Amo os poemas curtos
Que me arrebatam
Com seus versos vorazes velozes
E suas rimas incertas abruptas ferozes.
Longos como o canto das cigarras
São os dias de verão
Alardeando amores eternos
Que em março se esvairão.
Amo os poemas curtos
Concebidos no silêncio noturno
Embebidos em surtos
De inspiração.
André Deschamps
terça-feira, 30 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
domingo, 16 de agosto de 2009
Poem 133 - Emily Dickinson
You cannot put a fire out;
A thing that can ignite
Can go, itself, without a fan
Upon the slowest night.
You cannot fold a flood
And put it in a drawer, -
Because the winds would find it out,
And tell your cedar floor.
A thing that can ignite
Can go, itself, without a fan
Upon the slowest night.
You cannot fold a flood
And put it in a drawer, -
Because the winds would find it out,
And tell your cedar floor.
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